Eu = 1º Pessoa do singular, conforme diz a língua portuguesa. Logo, sou uma pessoa. 1ºpessoa? nããã,mas com certeza também não sou a ultima.Ok,viremos as paginas desse livro que se intitula, Marcelo Matos. Um livro tão simples e tão atrapalhado, que a certo ponto é cativante. Um livro meio tímido de inicio faz até perder a graça. Mas após algumas paginas escritas de forma abstrata, incompreensível, às vezes ocultas, nota-se que o livro Marcelo Matos, vai se tornando empolgante, e surpreendentemente cativante. Com passagens desde piadas ridículas e sem a menor graça até a níveis de criatividade que se superam por si mesmas e ainda se superam outras vezes mais em curtos espaços de tempo. Não, engana-se quem chega a pensar que este livro é mais um livro que retrata um dramalhão mexicano, das antigas ou das novas… Tanto faz, pois lhes digo, não… Não ESTE livro. É uma viajem nos pensamentos de um ser, que por mais insignificante em suas vidas possa parecer ou superficial, você vai notando aos poucos, que mesmo sem uma atitude notável, você começa a ceder… E a ceder mais e cada pouquinho mais que você vai cedendo o livro começa a tomar conta de você de tal maneira que então perceberás que você AMA este livro, que ele lhe cativa, te domina, cada pagina uma descoberta nova, cada novo diálogo que ocorre ao decorrer se transforma num lindo poema. Mesmo com uma capa desagradável, seu conteúdo esconde um universo de possibilidades que quase ninguém até hoje percebeu. Resumidamente descrevo Marcelo Matos, ou se preferir “O Livro”, como algo tangível entre o belo e o feio, entre o A e o Z, ou simplesmente o Inicio… E Infinito, ou Além.
[Escrito há alguns anos atrás]
Marcelo Matos
